No meu mundo sou feliz
No mundo onde habitam os seres humanos desespero
Não os entendo
Será que sou eu quem não se esforça ou
Esses humanos estúpidos
que não se deixam entender?
Mas que mundo é este?
Troca-se tudo como se muda de roupa?
Vendem-se sentimentos puros
Estragam-se amizades
Faz-se gente sofrer apenas por gosto
E, ainda, lhes mandam um sorriso de “tudo bem?”
Gente enganada e que engana nesta pobre
E degradada sociedade
Seres humanos mesquinhas que estragam
O mais belo sentimento: a amizade
Por simples e momentâneos momentos
De prazer próprio.
Sociedade bruta em que todos passam por cima de todos
Para terem apenas momentos…momentos…
Que nada significam, pois, em
Tudo o que é momentâneo não existe amor.
Não há, nem nunca poderá haver sentimentos verdadeiros.
Hoje estamos juntos, amanhã dizes não me conhecer
Vem outra e tudo se repete.
Isso só pode trazer repugnância!
Paz no mundo? Com uma sociedade assim?
Com pessoas que têm parâmetros de níveis tão baixos
Que róiem ossos para atingir fins?
Ignoram e dizem, ou melhor, fingem ser felizes
Encontrar paz aqui desta forma estranha de vida é impossível
Por isso me despeço desta falhada sociedade e vou…vou…
Procurarei noutro sitio, noutras ruas, cantos até encontrar!
Procurarei… mas será que algum dia encontrarei
O que a minha filosofia me impõe?
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