Sempre que me deito
A solidão me invade
A melancolia se apodera
De minh´alma
O meu pensamento
Não deixa de ser teu
E o coração não pára de sofrer!
Aperta no lado esquerdo do peito
E a dor só atenua
Quando te tenho à minha beira...
Não sei, não quero, não posso
Nem consigo viver ou pensar que,
O teu olhar está tão distante do meu.
Não suporto este sufoco que,
Me mata por dentro,
Me destrói lentamente
Sem pedir licença nem desculpa
É desumano! Arrebatador! Surreal e incompreendido
A dor não passa... nada a atenua!
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