domingo, 30 de outubro de 2011

TU,TU, TU... O ÚNICO!

São estas voltas e não voltas
Este vai e vem, sigo e fico
Que todos os dias me faz pensar de como agora és tão platónico
Vida tão distante para mim.
Éramos um só, a folha do mesmo papel
Mas por obra do destino fomos separados.
Amor mal resolvido que me sufoca, não deixa respirar
Muito menos abrir o coração para outra pessoa.
Foram juras de amor eterno, uma projecção de um futuro sem palavras juntos
Tudo isso hoje recordo e sei que recordarei para sempre
Muito me fizes-te feliz
Muito me fizes-te sofrer mas…
Era e é a ti que eu amo, que quero…
Mas sei que não, é parvoíce
Conhecemos-nos tão bem que parece que nos leva a dizer que não dá
Embora ambos saibamos que daria sempre
O nosso amor em todos aqueles anos sempre foi incondicional
Momentos de rir e chorar que jamais apagaremos das nossas vidas
Mesmo que morra e volte a viver jamais esquecerei o que significas para mim
Sei que o sentimento é mútuo
Mas a aproximação custa cada vez mais
Estar novamente nos teus braços começa-se a tornar cada vez mais impossível
Ai…como deixas decadente esta pobre alma.
Mas no fundo sei que depois de tantos anos a culpa foi tua
E o medo de uma aproximação é meu.
Porque este racionalismo? Se fosse apenas seguir o coração…
Obviamente que não suspirava com um choro abafado por ti.
Sabes que te amo, que sempre amei e o primeiro amor verdadeiro nunca se esquece.
Não te peço que voltes por medo e por isso também não te aproximas
Mas se soubesses como sinto a tua falta… como te amo e desejo estar a teu lado…
Ai, não quero que saibas os sentimentos que ainda nutro por ti.
Mas amo-te com todo o meu coração porque racionalmente…
Receio a aproximação, não a quero, não pode acontecer!
Meu, meu, meu como sempre sei que és
Tenho a certeza que já passámos por centenas de vidas á procura um do outro
Sei que não me renegarás como eu não o farei e amas como eu te amo
Quero uma palavra, preciso desse conforto
Devolve-mo… devolve-me tudo o que me pertence!
Para sempre…tu… o único!





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